Finalmente retomei o blog. Hoje participei da minha primeira aula de blog. Até então, estava trabalhando sozinha sem nenhuma orientação específica. Debaixo de um toró fui para o curso oferecido pela PCR e não me arrependi. As instrutoras são muito boas e pacientes e aprendi muito somente nesta primeira aula. Estou motivada e acho que vou ficar expert em blogs. Me aguardem.....
quarta-feira, 4 de maio de 2011
homenagem mãe

| Poemas - Mãe (Mário Quintana) |
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!
Autor: (Mário Quintana)
Fonte: http://www.ilhado.com.br/index.php?id_editoria=25&id=997
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
O que é que eu tenho com o Haiti, se ele não é aqui.
Estou ainda sob o impacto do terremoto que destruiu o povo haitiano.
Quando se inicia um novo ano, somos naturalmente acometidos por um curioso desejo pelo novo, pelo diferente, pela esperança de que tudo vai estar bem melhor. Ainda vivendo o clima das comemorações pela chegada de 2010, somos surpreendidos por esta tragédia que, por força da tecnologia, parece que foi aqui do lado da nossa casa. O meu sentimento inicial foi de perplexidade, não só diante das cenas aterrorizantes, mas, principalmente pela constatação do quanto aquele povo estava abandonado a ponto de não terem uma forma de se protegerem e, na condição que vive o país, sofrerem inclusive pela difícil condição do país para receber ajuda. Parece até que foi preciso acontecer o cismo para que o mundo olhasse para os abandonados, empobrecidos principalmente pela miséria de consciência social e política dos governantes. O fato parece abrir nossos olhos para o quanto vulneráveis estamos neste mundo, porque além das calaminades naturais provocadas pela natureza revoltada com o descuido diante das questões ambientais, estamos a mercê de políticos que não estão nem aí para as necessidades do povo. Querem mesmo é manter cheios os seus "cofres" pessoais.
Neste momento lembro-me de um poema que Afonso Romano SantAnna publicou nos anos 80, que infelizmente continua atual no nosso país. Ele fala da mentira.
" Mentiram-me.
Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente.
Mentem de corpo e almacompletamente.
e mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.
Mentem sobretudo impunemente.
Não mentem tristes,
alegremente mentem.
Mentem tão racionalmente
que acho que mentindo história a fora
vão enganar a morte eternamente.
Mentem, mentem e calam
...
Sei que a verdade é difícil e para alguns é cara e escura,
mas não se chega á verdade pela mentira
nem a democracia pela ditadura
...
Mentem, mentem caricaturalmente.
mentem como a careca mente ao pente,
mentem como a dentadura mente ao dente,
mentem como a carroça á besta em frente,
mentem como a doença ao doente,
mentem como o espelho transparente
...
Mentem partidariamente,
mentem incrivelmente,
mentem tropicalmente,
mentem hereditariamente,
mentem, mentem e de tanto mentir tão bravamente
constróem um país de mentiras diariamente."
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
mar e sol
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